segunda-feira, 6 de abril de 2009

A cidade cresce na vertical
E abrevia o horizonte
Isso me deixa down
Todos fumam
Enquanto tomam seus cafés
Que é pra se manter de pé
Mas quando se precisa de fogo
Ele vira fumaça
E o frio não passa
Não basta
E os titãs de concreto
Bem perto do teto
Representam o que ostentam
E olhando distante
Percebe-se o quanto
(pra eles) somos insignificantes

4 Comments:

Tato Barba said...

Eis uma metrópole! rs

Saudade daqui!

Até!

(marta selva) said...

a salva de pedra que vai sufocando devagarzinho..

adorei por aqui.
;*

Anônimo said...

talvez a insignificância faz jus a quem a mereça.
sim, talvez nada mais cruel que ela, mas reclamar, culpar os outros, olhar as costas e não correr atrás não é uma ação inteligente, é hipócrita.
devemos sim é ter coragem de assumir os erros, enfrentá-los e perceber que surgiram de nós.
e que venha essa insignificância, mérito de muitos, a maioria. coitados
uma pena

Ana Paula Araripe said...

Quer dizer que você também é poeta?